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Alzheimer

Alzheimer é uma doença relacionada a senilidade, que começa atacando a região cerebral relacionada às memórias recentes, avançando para todo o cérebro; isso faz os acometidos por tal mal terem inicialmente a perda de suas memórias recentes, como não lembrarem do almoço ou confundirem nomes de familiares, avançando até chegar à perda de suas funções motoras, segundo informação da Associação Brasileira de Alzheimer.


Sua causa não tem até o momento consenso entre os estudiosos, mas a ABZ (Associação Brasileira de Alzheimer) vem há anos investigando seu fator hereditário, principal auxílio para o diagnóstico precoce; os primeiros sintomas, segundo a associação, podem surgir antes mesmo dos 50 anos, e são facilmente confundidos com depressão ou transtornos mentais.

Dificuldade de registrar coisas cotidianas, como se almoçou ou não, perda da noção de profundidade e alteração da visão são alguns dos sintomas listados pela revista Tua Saúde, nesse caso.


Seu avanço é dividido em quatro estágios, sendo eles: inicial, moderada, grave e terminal. Os sintomas dos estágios são:

I-Alterações na memória, personalidade e habilidades espaciais e visuais;

II-Dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos; agitação e insônia;

III-Resistência à execução de tarefas diárias, incontinência urinária e fecal, dificuldade para comer, deficiência motora progressiva;

IV- Restrição ao leito, mutismo, dor à deglutição, infecções intercorrentes.


Sem cura conhecida, existem apenas tratamentos paliativos para controle da agressividade, diminuição das perdas neuronais e aumento da qualidade de vida do paciente, com o uso de medicações para os dois primeiros quadros e a musicoterapia para o terceiro, recém-comprovado por estudos da USP; segundo o citado estudo, a música auxilia tais pessoas a serem menos agressivas e lembrarem de boas memórias associadas as canções, melhorando seu processo de socialização com pessoas de seu círculo cotidiano.


Caso existam casos conhecidos na família de tal doença, é recomendado consultar um neurologista para um diagnóstico facilitado e acompanhamento psicológico para a família, essencial para saberem lidar e prover o apoio adequado ao seu ente durante o processo.


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